"Contemplai a sua Face e serei consolada"

"Contemplai a sua Face e serei consolada"

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Advento, tempo de preparação para o nascimento de Jesus Cristo no Natal


O Tempo do Advento
Introdução
A palavra "advento" quer dizer "que está para vir". O tempo do Advento é para toda a Igreja, momento de forte mergulho na liturgia e na mística cristã. É tempo de espera e esperança, de estarmos atentos e vigilantes, preparando-nos alegremente para a vinda do Senhor, como uma noiva que se enfeita, se prepara para a chegada de seu noivo, seu amado.
O Advento começa às vésperas do Domingo mais próximo do dia 30 de Novembro e vai até as primeiras vésperas do Natal de Jesus contando quatro domingos.
Esse Tempo possui duas características: As duas últimas semanas, dos dias 17 a 24 de dezembro, visam em especial, a preparação para a celebração do Natal, a primeira vinda de Jesus entre nós. Nas duas primeiras semanas, a nossa expectativa se volta para a segunda vinda definitiva e gloriosa de Jesus Cristo, Salvador e Senhor da história, no final dos tempos. Por isto, o Tempo do Advento é um tempo de piedosa e alegre expectativa.
Origem
Há relatos de que o Advento começou a ser vivido entre os séculos IV e VII em vários lugares do mundo, como preparação para a festa do Natal. No final do século IV na Gália (atual França) e na Espanha tinha caráter ascético com jejum abstinência e duração de 6 semanas como na Quaresma (quaresma de S. Martinho). Este caráter ascético para a preparação do Natal se devia à preparação dos catecúmenos para o batismo na festa da Epifania. Somente no final do século VII, em Roma, é acrescentado o aspecto escatológico do Advento, recordando a segunda vinda do Senhor e passou a ser celebrado durante 5 domingos.
Só após a reforma litúrgica é que o Advento passou a ser celebrado nos seus dois aspectos: a vinda definitiva do Senhor e a preparação para o Natal, mantendo a tradição das 4 semanas. A Igreja entendeu que não podia celebrar a liturgia, sem levar em consideração a sua essencial dimensão escatológica.
Teologia do Advento
O Advento recorda a dimensão histórica da salvação, evidencia a dimensão escatológica do mistério cristão e nos insere no caráter missionário da vinda de Cristo. Ao serem aprofundados os textos litúrgicos desse tempo, constata-se na história da humanidade o mistério da vinda do Senhor. Jesus que de fato se encarna e se torna presença salvífica na história, confirmando a promessa e a aliança feita ao povo de Israel. Deus que, ao se fazer carne, plenifica o tempo (Gl 4,4) e torna próximo o Reino (Mc 1,15) . O Advento recorda também o Deus da revelação, Aquele que é, que era e que vem (Ap 1, 4-8), que está sempre realizando a salvação mas cuja consumação se cumprirá no "dia do Senhor", no final dos tempos. O caráter missionário do Advento se manifesta na Igreja pelo anúncio do Reino e a sua acolhida pelo coração do homem até a manifestação gloriosa de Cristo. As figuras de João Batista e Maria são exemplos concretos da missionariedade de cada cristão, quer preparando o caminho do Senhor, quer levando o Cristo ao irmão para o santificar. Não se pode esquecer que toda a humanidade e a criação vivem em clima de advento, de ansiosa espera da manifestação cada vez mais visível do Reino de Deus.
A celebração do Advento é, portanto, um meio precioso e indispensável para nos ensinar sobre o mistério da salvação e assim termos a Jesus como referencia e fundamento, dispondo-nos a "perder" a vida em favor do anúncio e instalação do Reino.




Espiritualidade do advento
A liturgia do Advento nos impulsiona a reviver alguns dos valores essenciais cristãos, como a alegria expectante e vigilante, a esperança, a pobreza, a conversão.
Deus é fiel a suas promessas: o Salvador virá; daí a alegre expectativa, que deve nesse tempo, não só ser lembrada, mas vivida, pois aquilo que se espera acontecerá com certeza. Portanto, não se está diante de algo irreal, fictício, passado, mas diante de uma realidade concreta e atual. A esperança da Igreja é a esperança de Israel já realizada em Cristo mas que só se consumará definitivamente na parusia do Senhor. Por isso, o brado da Igreja característico nesse tempo é "Marana tha"! Vem Senhor Jesus!
O tempo do Advento é tempo de esperança porque Cristo é a nossa esperança (I Tm 1, 1); esperança na renovação de todas as coisas, na libertação das nossas misérias, pecados, fraquezas, na vida eterna, esperança que nos forma na paciência diante das dificuldades e tribulações da vida, diante das perseguições, etc.
O Advento também é tempo propício à conversão. Sem um retorno de todo o ser a Cristo não há como viver a alegria e a esperança na expectativa da Sua vinda. É necessário que "preparemos o caminho do Senhor" nas nossas próprias vidas, "lutando até o sangue" contra o pecado, através de uma maior disposição para a oração e mergulho na Palavra.
No Advento, precisamos nos questionar e aprofundar a vivência da pobreza. Não pobreza econômica, mas principalmente aquela que leva a confiar, se abandonar e depender inteiramente de Deus (e não dos bens terrenos), que tem n'Ele a única riqueza, a única esperança e que conduz à verdadeira humildade, mansidão e posse do Reino.
As Figuras do Advento:
ISAIAS
É o profeta que, durante os tempos difíceis do exílio do povo eleito, levava a consolação e a esperança. Na segunda parte do seu livro, dos capítulos 40 - 55 (Livro da Consolação), anuncia a libertação, fala de um novo e glorioso êxodo e da criação de uma nova Jerusalém, reanimando assim, os exilados.
As principais passagens deste livro são proclamadas durante o tempo do Advento num anúncio perene de esperança para os homens de todos os tempos.
JOÃO BATISTA
É o último dos profetas e segundo o próprio Jesus, "mais que um profeta", "o maior entre os que nasceram de mulher", o mensageiro que veio diante d'Ele a fim de lhe preparar o caminho, anunciando a sua vinda (conf. Lc 7, 26 - 28), pregando aos povos a conversão, pelo conhecimento da salvação e perdão dos pecados (Lc 1, 76s).
A figura de João Batista ao ser o precursor do Senhor e aponta-lO como presença já estabelecida no meio do povo, encarna todo o espírito do Advento; por isso ele ocupa um grande espaço na liturgia desse tempo, em especial no segundo e no terceiro domingo.
João Batista é o modelo dos que são consagrados a Deus e que, no mundo de hoje, são chamados a também ser profetas e profecias do reino, vozes no deserto e caminho que sinaliza para o Senhor, permitindo, na própria vida, o crescimento de Jesus e a diminuição de si mesmo, levando, por sua vez os homens a despertar do torpor do pecado.
MARIA
Não há melhor maneira de se viver o Advento que unindo-se a Maria como mãe, grávida de Jesus, esperando o seu nascimento. Assim como Deus precisou do sim de Maria, hoje, Ele também precisa do nosso sim para poder nascer e se manifestar no mundo; assim como Maria se "preparou" para o nascimento de Jesus, a começar pele renúncia e mudança de seus planos pessoais para sua vida inteira, nós precisamos nos preparar para vivenciar o Seu nascimento em nós mesmos e no mundo, também numa disposição de "Faça-se em mim segundo a sua Palavra" (Lc 1, 38), permitindo uma conversão do nosso modo de pensar, da nossa mentalidade, do nosso modo de viver, agir etc.
Em Maria encontramos se realizando, a expectativa messiânica de todo o Antigo Testamento.
JOSÉ
Nos textos bíblicos do Advento, se destaca José, esposo de Maria, o homem justo e humilde que aceita a missão de ser o pai adotivo de Jesus. Ao ser da descendência de Davi e pai legal de Jesus, José tem um lugar especial na encarnação, permitindo que se cumpra em Jesus o título messiânico de "Filho de Davi".
José é justo por causa de sua fé, modelo de fé dos que querem entrar em diálogo e comunhão com Deus.
A Celebração do Advento
O Advento deve ser celebrado com sobriedade e com discreta alegria. Não se canta o Glória, para que na festa do Natal, nos unamos aos anjos e entoemos este hino como algo novo, dando glória a Deus pela salvação que realiza no meio de nós. Pelo mesmo motivo, o diretório litúrgico da CNBB orienta que flores e instrumentos sejam usados com moderação, para que não seja antecipada a plena alegria do Natal de Jesus.
As vestes litúrgicas (casula, estola etc) são de cor roxa, bem como o pano que recobre o ambão, como sinal de conversão em preparação para a festa do Natal com exceção do terceiro domingo do Advento, Domingo da Alegria ou Domingo Gaudete, cuja cor tradicionalmente usada é a rósea, em substituição ao roxo, para revelar a alegria da vinda do libertador que está bem próxima e se refere a segunda leitura que diz: Alegrai-vos sempre no Senhor. Repito, alegrai-vos, pois o Senhor está perto.(Fl 4, 4).
Vários símbolos do Advento nos ajudam a mergulhar no mistério da encarnação e a vivenciar melhor este tempo. Entre eles há a coroa ou grinalda do Advento. Ela é feita de galhos sempre verdes entrelaçados, formando um círculo, no qual são colocadas 4 grandes velas representando as 4 semanas do Advento. A coroa pode ser pendurada no prebistério, colocada no canto do altar ou em qualquer outro lugar visível. A cada domingo uma vela é acesa; no 1° domingo uma, no segundo duas e assim por diante até serem acesas as 4 velas no 4° domingo. A luz nascente indica a proximidade do Natal, quando Cristo salvador e luz do mundo brilhará para toda a humanidade, e representa também, nossa fé e nossa alegria pelo Deus que vem. O círculo sem começo e sem fim simboliza a eternidade; os ramos sempre verdes são sinais de esperança e da vida nova que Cristo trará e que não passa. A fita vermelha que enfeita a coroa representa o amor de Deus que nos envolve e a manifestação do nosso amor que espera ansioso o nascimento do Filho de Deus. A cor roxa das velas nos convida a purificar nossos corações em preparação para acolher o Cristo que vem. A vela de cor rosa, nos chama a alegria, pois o Senhor está próximo. Os detalhes dourados prefiguram a glória do Reino que virá.
Podemos também, em nossas casas, com as nossas famílias, mergulhar no espírito do Advento celebrando-o com a ajuda da coroa do Advento que pode ser colocada ao lado da mesa de refeição.

Chamados a AMAR

Irmã Cartuxa com o Papa Bento XVI
"Que fiquem alegres e contentes todos os que te adoram"(Sl 70,5)

A vida é um dom precioso que Deus nos deu, e além disso ele ainda nos convida a viver essa vida de várias formas, estilos diferentes de vocações.

As vocações específicas como a vida religiosa e sacerdotal e matrimonial são vocações que nos levam a um caminho de sofrimento, renúncia, mas é um caminho também de alegria, de realização pessoal e que nos permite viver em harmonia com outros irmãos.
O convite de Jesus a todos os homens é radical, exigente, mas ao mesmo tempo se transforma em alegria, em contentamento quando esses respondem generosamente a esse convite.
Um padre, um religioso, um casal que se consagram por amor, que exercem a sua missão com ardente desejo de servir não tem como não serem felizes...

PALAVRAS DO SANTO PADRE NA AUDIÊNCIA GERAL


Para falar de Deus
no nosso tempo


                                                                 

Apelo para garantir acesso a medicamentos e terapias aos doentes de Sida

Acesso aos medicamentos e terapias eficazes para os doentes de Sida foram pedidos pelo Papa durante a Audiência geral de quarta-feira, 28 de Novembro. Aos numerosos fiéis reunidos na Sala Paulo VI o Pontífice recordou que no próximo dia 1 de Dezembro se celebra o dia mundial proclamado pelas Nações Unidas «para chamar a atenção para uma doença que causou milhões de mortos e trágicos sofrimentos humanos, acentuados nas regiões mais pobres do mundo, que com grande dificuldade podem ter acesso aos medicamentos eficazes». Eis por que Bento XVI encorajou as «numerosas iniciativas que, no âmbito da missão eclesial, são promovidas para debelar este flagelo». Com um pensamento particular às muitíssimas crianças «que todos os anos são contagiadas pelas próprias mães, não obstante haja terapias para o impedir».
O apelo foi feito no final da audiência que o Papa dedicou de modo especial ao tema da transmissão da fé. «Como falar de Deus no nosso tempo?» foi «a pergunta central» em volta da qual o Pontífice desenvolveu a sua reflexão. «Nós podemos falar de Deus – respondeu antes de mais – porque Deus falou connosco». Com efeito, Ele «não é uma hipótese distante acerca das origens do mundo» ou «uma inteligência matemática muito afastada de nós», mas «interessa-se por nós» e «ama-nos».
Portanto, falar dele significa «levar aos homens e às mulheres do nosso tempo não um Deus abstracto, uma hipótese, mas um Deus concreto, que entrou na história e está presente na história». Por isso Bento XVI recomenda «uma recuperação de simplicidade, um voltar ao essencial do anúncio». O modelo para o qual olhar permanece são Paulo, o qual não comunica uma filosofia mas uma realidade que começou a fazer parte da sua vida; e fá-lo não para «criar um grupo de admiradores» mas para conquistar as pessoas para o Deus «verdadeiro e real».
O Papa convidou também a considerar a família como «lugar privilegiado para falar de Deus» e para comunicar a fé com «a tonalidade da alegria».

Evangelho (Mateus 4,18-22)

                                                                         


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 18quando Jesus andava à beira do mar da Galileia, viu dois irmãos: Simão, chamado Pedro, e seu irmão André. Estavam lançando a rede ao mar, pois eram pescadores. 19Jesus disse a eles: “Segui-me, e eu farei de vós pescadores de homens”. 20Eles imediatamente deixaram as redes e o seguiram. 21Caminhando um pouco mais, Jesus viu outros dois irmãos: Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João. Estavam na barca com seu pai Zebedeu, consertando as redes. Jesus os chamou. 22Eles imediatamente deixaram a barca e o pai, e o seguiram.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.



Reflexão; Jesus como sendo verdadeiro homem e verdadeiro Deus, esta em nosso tempo, mesmo que o tempo seja o nosso escravo Ele nos orienta no dia-a-dia para que o tempo não nos escravize em nossos momentos, mais possamos viver livres do tempo sempre orientados por Ele. Falo sobre o tempo pelo motivo que Deus Trindade se revela o filho onde e como Ele quer, mesmo assim Ele nos concede o livre arbítrio de escolher ou não o seu Chamado, de ser verdadeiros em nossa fé e na nossa vocação realizada. Os homens hoje procuram outros pensamentos e ficam jogando suas redes em filosofias, religiões e outros pesamentos modernos que paralisam o seu propiá modo de ser e pensar, as realidades se tornam tão vulgar que nem mesmo eles mesmos sabem para onde ir e achar alimentação verdadeiras como passavam Pedro e Andre, são personagens que mostra o homem em nosso cotidiano. Mas Jesus chama mesmos nas resistências de querer conhecer outras formas de vida de querer ser livre, mas não é, ao contrario se torna escravo e Jesus nos chama para nos tornar livres destes surgimentos de hemorragias de pensamentos e fé neste mundo que esta tão cheio de contradições de palavras e pensamentos, convites falsos e propostas de uma vida prospera. A mudança radical destes primeiros discípulos foi que estavam cansados de encontrar idéias de pensamentos, filosofias e crenças falsas e encontrar a palavra verdadeira, uma mudança de vida até mesmo de deixar o Pai que ensinava sobre Deus de uma forma rasa e a palavra de Jesus; Segue-me e eu farei , e eu farei pescadores de homens. Quer dizer Deus chama a cada um de nós para falar da verdade vista por muitos e não entender por que seguir e realizar seus gestos e forma de vida para não ter mais a escravidão que muitos hoje vivem. O Secularismo é opiniões fantasiosas que muitos vivem de uma forma muita escravizada e não querem sair dela por que é fácil ter é fácil fazer sem compromissos, os casais, jovens, crianças estão vivendo de maneiras muito aberta aos prazeres e ensinamentos que os modernistas falam e querem ser a mesma mesmice a mesma vida morta sem olhar o que é verdadeiro, as  pessoas da terceira idade que deveria dar exemplo de palavras e vida e em meio a tanta disturbação não querem mais estar comprometidos, esquecendo até mesmo da fé e do amor para com sua famílias, netos e filhos. Por tanto mesmo percebendo a vinda de tantos pensamentos , filosofias e crenças que destorcem quem é o Verdadeiro Jesus quem nos chama para sermos discípulos de seu Evangelho  não devemos dar brechas ao desanimo e certos tipos de fantasmas que quer mudar o nossos caminhos do verdadeiro chamado que Jesus nos propôs no inicio de nossa vida. Pedimos a Bem Aventurada Virgem Maria a Graça de estarmos atentos ao chamado de Jesus e sua voz para onde devemos seguir em meio a tantos desafios que encontrar a nossa fé. Amém.

    
                                            Louvores a Jesus e Maria Santíssima.
                                    ir. João das Santas Chagas de Cristo- FBIC.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

celebração de Hugo de Lincoln

                                                                       
Hoje, por ocasião da celebração de Hugo de Lincoln, que escolhi para você um trecho da biografia escrita por Adam Scotus, de que eu vou falar em um artigo futuro e retirado do " oração da noite Leituras dos Cartuxos. "

A partir do "Vida de São Hugo de Lincoln", escrito por Adam o Cartuxo.
Sancti Hugonis Life, I, 6.9, II, 3, IV, 11, V 7.8.22 PL 153,951 para 952,956. 959.966.1024.1043-1045.1047-10
48.1088-1089
Ugo d'Avallon fazia parte dos cânones da Villard-Bonnot, no Dauphiné, onde ele tinha entrado muito jovem. Para a opinião geral, ele tinha alcançado uma grande perfeição no exercício da virtude, muito além de sua idade nova.
Mas Hugh achava que ele não estava mesmo no início da santidade, que da conversão.
Tomou conhecimento dos monges cartuxos e conceberam estimativa suma, ansiando incessantemente para o desejo de modelar suas vidas em que a forma de vida.
No início, ela escondeu o ardor da ingestão de tal e se esforçou para atender os monges e carinho guadagnarsene.
Na verdade, nós fizemos, e então explodiu nele um amor para essa vocação, ele já não podia suprimir o fogo no coração scoppiatogli.
Presa a chama bendita, vivida como ele estava certo infeliz que amante em dizer: ". Chamas O fogo cobriu mais uma vez que está escondido"
Ao contemplar a Certosa, Hugh foi tomado de admiração, ele sentiu que este lugar é elevasse acima das nuvens, a tocar o céu, ele estava longe de preocupações mundanas.
Ugo era fascinado pelo retrato da vida na Charterhouse ofereceu para esperar só Deus: como uma ajuda a esta atividade poderoso divino havia uma grande riqueza de livros, combinado com muitas possibilidades de leitura e all'indisturbata tranquilo para a oração. Mas mais do que a prestação do mosteiro, os monges chamou: seu corpo austera, mente, coração sereno, livre, a alegria do rosto e da pureza da média.
A regra convidou os monges a solidão, mas não a excentricidade, as células foram separados, os corações. Todo mundo vivia sozinho, sem ter nada em seu próprio e não fazer nada em um espírito de independência. Mantendo-se na solidão, todos formaram uma comunidade que vive como um solitário, não tropeçar em cada desvantagens monaco do contexto social, apesar de uma certa vida comum que garantir o conforto dos outros.
Estes e outros aspectos gostava de Hugh, mas especialmente apreciado o baluarte certeza de obediência (sem a qual muitos eremitas são deixados a si mesmos, expostos a riscos excessivos), para que a vida o seduziu, mesmo em êxtase o.
Havia Certosa, então, como sempre, homens distintos, ambos os pais e irmãos, testemunhas fortes e verdadeiro do Evangelho, justamente apreciados pelos príncipes e prelados da Igreja. Não teria sido capaz de estabelecer entre eles uma lista de fervor ou mérito. O ascetismo corporal foi rigoroso, mas não menos discrição, e cada um foi realizado na metade direita, nunca satisfeito com o esforço para reduzir suas chances, mas não indo além de sua própria.
Em Atos pontifício para a canonização de S. Hugo ler: "A ordem dos Cartuxos se destaca dos outros por ser imposta uma medida de desejos desordenados".
Desde cedo Ugo avançou aos trancos e barrancos. Sua mente bem ele se viu favorecido dall'agio que a célula dispõe sobre as atividades da mente e estimulado pela comunidade constante e fraterna. Então, ele cresceu no amor de aprender com os livros e professores. Dia e noite esperando com alegria estudos e só falta a parte do tempo era um obstáculo. O período de um dia inteiro não foi suficiente para aplicar do que você gostaria de ler, meditar, orar.
Ugo tão passado cerca de dez anos antes do resto do seu ninho na amputação total do mundo. Ele tinha asas vigorosamente e estava pronto para voar.
A prévia, em seguida fez procurador casa, embora Hugh havia tentado todo o possível para dispensar o escritório. Ele governou com grande habilidade a família que ele havia sido confiada, formando cuidadosamente irmãos. Ele foi tomado como um máximo de Arles, disse Honoré muitas vezes gostava de citar: ". Sempre que você tem que sacudir o torpor indolente e voltar para o excesso de zelo silencioso"
O Senhor abençoou a casa, que em cada próspero abundância de mercadorias. Aqueles que vieram por Ugo para assuntos temporais de novo no fogo com bênçãos eternas, e aqueles que vieram livre de preocupações materiais, recebeu conselhos de nosso Advogado tão boa quanto a merecer a admiração do mundo aprendeu.
Um dia vieram os mensageiros do rei da Inglaterra para realizar Ugo em Witham , que fundou o primeiro mosteiro cartuxo no reino. Antes da oração e motivos persistentes enviados reais, a comunidade ganhou rendeu.
Levado a concordar, Ugo recorreu à única opção: substituir a decisão anterior. Ele sabia muito bem que dificilmente teria imposto a ordem superior de uma tal, porque o amava como a menina dos seus olhos e por nenhuma razão que ele queria diminuí-la.
Para dizer que estava presente, o anterior, sob o fogo das advertências do bispo de Grenoble e sinceras orações de todos, ele respondeu: "Deus é minha testemunha, nunca vai sair da minha boca o comando Ugo abandonar minha velhice Mergulhe no luto ea Certosa, privando-o da sua necessária presença e amado ".
Mas tudo avançou de forma que no final ele não tinha fuga anterior. Ele virou-se para o bispo, dizendo: "Eu confirmo o que eu disse. Minhas palavras ou minha vontade não pode ser desviado por Ugo mim. Veja por si mesmo: você é o nosso bispo, nosso pai e nosso irmão. Se ingiungi a ordem para sair, não opor resistência. "
Alguns anos mais tarde, Hugh se tornou bispo de Lincoln. Quando, depois de uma longa viagem, ele poderia voltar para sua amada deserto da Cartuxa de Witham, só vim região inquella tão solitário, foi transformada. Seu rosto assumiu uma cor incomum rosa, a ponto de concordar com a cor púrpura das vestes episcopais. Como muitas vezes confessou a amigos, acabei de ver no horizonte a Certosa, sentiu-se interiormente permeado por uma inefável alegria espiritual.
Enquanto ele poderia ficar em Witham, recebeu do Senhor a graça de uma renovação profunda de todo o ser. Você poderia ver nele uma transformação repentina, interna e externa, como uma águia renovar a sua juventude.
Despido então o pálio, que ele costumava usar em público, feito de pano azul, forrado com pele branca, cordeiro, e vestido com uma túnica e uma pele de carneiro, sem lã a carne tinha o saco. A mobília consistia de uma cama de pano grosso, um travesseiro e ovelhas.
Na assembleia geral de Oxford St. Hugh ousou vigorosamente rejeitar ajuda guerra solicitado pelo Rei Ricardo. "Eu não, não sei, ele disse que o Bispo de Lincoln é obrigada a fornecer a seu rei e senhor de um contingente de homens armados, mas só no nosso país, fora da Inglaterra você não pode me perguntar qualquer coisa."
O rei, sempre recebendo a mesma negação depois de renovados missões diplomáticas, foi apreendido com fúria e ordenou o confisco imediato de todos os bens do bispo relutante. Mas aqueles que não tinham encontrado a coragem de executar o mandado, todos temiam ofender o bispo e de excomunhão incorrer, que aterrorizava pior do que a pena capital.
Sant'Ugo é então apresentado ao rei e em curtas palavras peremptórias defendeu sua causa, em face da raiva injustificada de razões óbvias Richard apresentados quanto à sua conduta exemplar. O rei não era uma chance de responder, e de fato elogiar publicamente no homem tribunal fortaleza de Deus com estas palavras: "Se todos os bispos eram como Hugo de Lincoln nenhum príncipe ou rei ousaria levantar a cabeça contra eles" .
Enquanto ele estava viajando para os gauleses, o Bispo de Lincoln foi visitar quatro casas de sua ordem: da Grande Chartreuse, Arvières, Lugny e Val São Pedro. Arvières, localizadas nas montanhas, era de difícil acesso e bastante destacado o itinerário Ugo Mas o homem de Deus foi para lá por um motivo especial.
Ele ( Artoldo ) que uma vez tinha sido bispo de Belley e antes que a casa, tinha abandonado o peso do cuidado pastoral, e retornou em monaco celular simples para se dedicar mais liberdade para as maiores recompensas.
Tempo ansiava por rever o Bispo de Lincoln, para encontrar o conforto de suas palavras e por sua presença e lhe tinha dito várias vezes. Fato de que santo monaco, idade avançada e ao declínio da vida mortal, suspirou o dia que não tem fim. Aspirações semelhantes tinha em seu coração o nosso bispo, embora fosse da mesma idade. A passageira, que Hugh muito jovem estava com raiva, agora era quase insuportável. Aqui eles tanto entreter, finalmente, para a entrevista desejada. Ambos revelam os sentimentos mais íntimos e à luz da santidade do outro, cada um pode entender melhor o fundo do seu coração.
Oração
Senhor, nosso Deus,
em Hugo de Lincoln , Bispo Monaco e ver refletido seu amor e sua compaixão para com as pessoas, especialmente os mais desfavorecidos e que sofrem de males, e ele era um monaco bonito e um grande Bispo. Ele também dá-nos um coração de amor e compaixão, por isso vamos ser como ele, amigos leais. Através de Cristo, nosso Senhor.
Amen.